quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Prazer, neta do Wheastone!



Naturalmente, quem procura acha. Essa é a lei dos achados e perdidos. Mas, como toda lei excede à alguma regra, temos por dizer o acaso. Ele, sim, é o único que foge totalmente o esquema de regras e imposições por parte da ciência, destino ou qualquer coisa por aí.
Digamos que seja totalmente certo um modelo cujos cálculos se condicionem a um resultado comum a quaisquer resistores responsáveis pela associação paralela de uma malha caseira, industrial...

Andei resolvendo uns exercícios sobre Pontes de Wheastone (na eletricidade, para os que não conhecem ou nunca foram apresentados por motivos óbvios e de afinidade maior) e, nada é tão cabuloso assim, quanto eu realmente pensava. Consegui tirar de letra - ou melhor, de número! rs - um do ITA que era piramidal e localizar o curto circuito presente. Acho que preciso melhorar, mas já estou bem certa de que eu sou boa nisso e preciso cada vez mais treinar minha aptidão.
Não entendo o 'zero' que tirei em Física no colégio. Eu entreguei a prova de qualquer jeito, sem mesmo dar uma olhada no que fiz. Tava muito cansada, sem dormir, e as minhas chances de passar de ano sem recuperação na matéria são de 98% caso eu não falte nenhuma avaliação marcada.

Nesse momento ressalto meu ódio pela Publicidade e pelo Marketing. Não suporto mais ter de estudar para algo que não me acrescenta nada no momento. Aliás, me acrescenta tarefas, trabalho e... ah, deixa pra lá. Já está acabando. Daqui a pouco (menos de 1 mês e meio) me formo mesmo! rs - E o diploma, eu boto onde??? rs.
Trabalhando na Coca-cola enquanto análise de mercado complexo. Ô, trabalhinho graaaaande! "Mas... navegar é preciso senão, a rotina te cansa..."


Sobre a foto: Minha querida prima tirou enquanto eu via assaduras nas folhas das plantinhas daqui de casa. Gosto muito de plantas, flores e natureza, portanto, me sinto no dever de ajudá-las, embora não ache certo tê-las em casa. O ambiente é abafado...
Achei essa fotografia muito interessante por eu estar de saída e em clima de Fazenda! rs (Devo ter tirado em maio, por aí. Não me recordo bem. A Bu que deve saber de mais detalhes.)


Ouvindo.: Sereia - Fafá de Belém
Vendo.: Gaiola das cabeçudas 2
Lendo.: A revolução dos bichos - George Orwell

sábado, 23 de outubro de 2010

"Ah! a vida como ela é..."


Tenho pensado seriamente no que se diz essencial, por sua inteira compreensão e volume. Ando lendo alguns artigos e livros que me remetam aos discursos baratos ou até cultos, dependendo do referencial. Não sei se o que chamam de 'verdade absoluta' se aplica a algo que temo ser mentira. Parece uma tese 100% good wave, mas tenho a legítima certeza de que tudo isso que me aflinge deveras ser um simples porquê.

Vamos lá! Bom, Filosofia não é meu forte. Contudo, desejo procurar nela algo que venha, pelo menos, atender minha necessidade retórica de 'vomitar' tudo que eu preciso para limpar a minha mente, ou até mesmo meu 'eu'; juro não tomar muita parte do sentimentalismo.

Eu dei uma volta gigantesca e lenta somente para tentar arranjar algum método menos eficaz para resolução de um exercício mental-sentimental.

De acordo com meu banco de informações, fundado no ano de 1992, por intermédio de um casal, cujo pai, servia como o nau e a mãe, vela. Aos poucos, aprendi a ser maruja, velejei por caminhos azuis. Hoje, não mais azuis, pois, sim, cristalinos.

O amor muda, muda, sim. Sinto que nada mais no mundo tem tanto valor quanto aquilo que sinto, vejo, crio. Remanejar o que se tem é como afundar um barco velho, com apenas história, valor afetivo.

Percebi que o que eu sou não mais importa. Só o ato do encontrar a aurora me fez tão feliz quanto olhar qualquer campo ensolarado. Pensei nunca ter motivos para redigir isso.

Quaisquer coisas dentro do infinitivo universo, infinito, aberto, são presentes coloridos e consideravelmente, razão pra minha existência.

Acordo pela manhã, ao som calmo do cantar dos pássaros, posso sentir o vento da manhã tocando a maçã do meu rosto. Me estima muito poder enxergar, usar meus sentidos e ter experiências vitais com o mundo.

Penso ter tudo em minhas mãos. Mas ao mesmo tempo, o que é tudo?

Quantitativamente, os 4 elementos formam a natureza; combina e recombina toda molecularização da matéria e a lança sobre o espaço, sem documento.

Aqui, eis a minha matéria. Embolada, crítica, inútil. Talvez seja um bom motivo para novas fontes de pesquisa, minhas. Somente minhas.

Mas... falando na vida, ah! a vida!!! Suspirei por dias melhores, e os vi. Desfilam no calendário, abortando setembro, grifando outubro. Poder tê-los como força, fé. Acredito que tudo mudou. TUDO MUDA.

"Não tem como banhar-se mais de um momento num rio cujas águas sejam/estejam estáticas." - Sabiamente, Heráclito (de Éfeso) expõe sua imagem, impenetrante, do mundo. A dinamicidade.

Se não houvesse o conflito, a monotonia de sempre levaria ao caos.

Voltando... a minha vida, como enrolei, é complexa demais, e nada, nem empirismo ou tese, seriam capazes de explicitar o que se sente. O tempo poético sim. Aprendi que a poesia é a única fonte que devo venerar enquanto modo de expressão, vida, amor à...


Acho que vivo amando. Se não acho, ou não posso achar, imprimo a certeza.

Eu amo. (Presente do Indicativo, como marcador do meu discurso)


"E eu pude perceber que, sem você aqui, o tempo não passa, é mudo.

Tudo que eu faço, é contar e contar.

Poder cantar e entender que o bom lado é aquele que de olhos fechados se encontra."

(Robert, Julia.)